Minha relação com os livros de Stephenie Meyer começou em meados de fevereiro, quando órfão de uma boa leitura em primeira pessoa desde O caçador de pipas, resolvi comprar Crepúsculo, Lua nova e Eclipse por apenas oitenta reais. Super consumista que sou, fiquei feliz em ter feito uma ótima compra.
Os livros chegaram bonitinhos, um por um, e em cerca de duas semanas o filme de Crepúsculo estaria nos cinemas, então corri pra ler ao menos o primeiro livro.
A leitura foi ótima, conhecer novos personagens e esquecer os de O caçador de pipas foi maravilhoso. Um frio na barriga, momentos de felicidade e tristeza me acompanharam durante todo o livro. O filme chegou aos cinemas e a falta de dinheiro ao meu bolso. Até hoje não consegui ver Crepúsculo, o filme.

Incrível como um livro pode alterar o seu estado de espiríto. Assim aconteceu com Lua Nova, que me deixou totalmente-super pra baixo. Mas o ler, tomando um bom cappuccino e escutando a trilha sonora de Crepúsculo, foi uma sensação que nenhum outro livro me proporcionou.
Confesso que comecei a ler Eclipse um pouco chateado pelo rumo de alguns personagens não ter ser definido em Lua nova. Enrolei, enrolei, mas terminei.
Como Amanhacer ainda não havia sido lançado e como não sou muito fã de ler livros pela internet, parei por aí.
Em suma, foi ótimo ler os livros, chorar que nem uma menininha, rir que nem uma criança e se sentir na pele de Isabella Swan com aquele friozinho na barriga ao ver o Edward.
Obrigado, Stephenie Meyer!
E obrigado vocês, por todo apoio nos comentários do primeiro post.